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terça-feira, 28 de junho de 2011

Cataclysm por US$20!!!

Depois das notícias de que a Blizz dará keys do Classic, a Amazon resolveu fazer um super promoção do Gold Box do Cata e baixou o preço em 50% por 24 horas!

Vale a pena, mesmo pagando a importação!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Free To Play

freetoplay_logo Cada vez mais as empresas de jogos MMO tem adotado esse modelo de mercado. O pensamento popular, “se eu tiver que pagar, então eu pago para jogar World of Warcraft”, engoliu muitas produtoras. A algum tempo atrás, Conan fechou vários servidores e cogitou encerrar suas atividades. Esse ano ele volta como um MMO “Free To Play”, ou seja, você joga de graça mas se pagar ganha alguns benefícios, como itens e créditos ingame.
Outros, que um dia foram pagos, também migraram para o modelo F2P. Jogos como Dungeons & Dragons OnLine, Lord of The Ring OnLine e agora Fallen Earth, comprado recentemente pela GamersFirst.
Note que não são jogos quaisquer. São franquias fortes. Franquias que possuem um nome que, em teoria, bastaria para vender seu peixe. Mas convenhamos, quem jogou WoW e depois jogou algum outro jogo sabe a diferença. E é essa diferença que deixa a Blizzard anos na frente de seus concorrentes. Você até acha legal um coisa ou outra, mas esse jogos parecem protótipos se comparados ao World of Warcraft.
Essa solução reergueu alguns desses jogos e, acredite se quiser, elevou o lucro de muitos deles.
Mas nem tudo são flores. Alguns desses jogos considerados “Free to Play” possuem uma política irritante, como é  o caso do Clube Penguin, onde você basicamente apenas anda com o char. Se quiser se sentar, tem que pagar. Outros, como LoTRO, possui uma quantidade enorme de propaganda para o conteúdo pago, podendo até acessar a loja virtual ingame.
Seja lá como for, a lista é de jogos é bem grande (Age of Conan, All Point Bulletin, Dungeon & Dragons Online, Lord of the Rings Online, Global Agenda, Ragnarok Online, Champions Online, Everquest 2: Extended, Pirates of the Burning Sea, Lego Online, Fallen Earth, City of Heroes, entre outros) e parece ser uma tendência que veio para ficar.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Jogos da Blizzard a partir de R$ 30,00

blizzard_logo Essa semana, a Blizzard disponibilizou para o Brasil seus jogos clássicos e suas respectivas expansões. Warcraft III,  Diablo II e suas expansões podem ser compradas diretamente pelo Battle.net e baixados digitalmente.  Eles também serão vendidos em caixa  entre R$ 30,00 e R$ 40,00. Existe disponibilidade de idioma entre outras vantagens. Porém, os jogos não sofreram modificação então não espere melhorias gráficas para os atuais PCs. Jogos como o Diablo rodam em baixa resolução.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dungeon Siege III, Primeira Impressão

dungeonsiege3_logo Ontem eu joguei o demo de Dungeon Siege III por duas horas no Steam. Em linhas gerais, fiquei com mais “más impressões” do que boas. O jogo é bonito mas carece de uma abertura mais épica. Quem está acostumado com as aberturas da Blizzard vai achar essa bem tosca. É difícil dizer o que não existe e o que foi retirado do demo. Por exemplo, nem com reza brava eu achei as configurações de atalhos, então eu fui obrigado a perder um tempo descobrindo na unha. A interface não é nada intuitiva e me deixou bastante irritado, além de exagerada. Parece que foi feita para Ipad. Hoje, quantos jogam em baixa resolução? Pelo menos ela deixa a tela bem limpa. Toda janela aberta pega a tela inteira.
Outra coisa que me irritou um pouco foi a mobilidade, mas nada grave. Grave mesmo é o excesso de linearidade, a ponto de você entrar em um salão e o chão estar repleto de objetos de cena (mesas, cadeiras, etc) para mante-lo em uma linha reta. Nem pensar em explorar uma casa para achar a saída! O jogo chegar a ter uma função que traça um caminho no chão, ao estilo “miolo de pão” para você saber aonde ir. Como se precisasse! Essas “margens” causam algumas frustrações, como quando eu cheguei em uma clareira na margem do rio e não conseguia me aproximar para ver os peixes que dava para perceber de longe.
A evolução do personagem também me decepcionou um pouco. ADUNGEON SIEGE III - SQUARE ENIX 2011-06-16 10-45-19 liás, eu ainda não entendi pois quando você evolui e ganha os pontos, não parece ter muita opção de onde usar. Mas também pode ser algo do demo, mas se eles fizeram isso, foi uma tremenda burrada. Passa a impressão de ser desse jeito, o que eu acredito ser o mais provável.
Não fui muito além pois a versão demo não permite salvar sua progressão e fiquei desmotivado em tentar mais coisas. Outro detalhe, quando você morre, aparece uma opção “tentar outra vez?’ e você revive “full” no meio da batalha corrente e continua a luta. Depois da segunda morte, você toca o “!@#@#$” e parte para cima dos inimigos sem medo. Novamente, não dá para saber se é por causa do demo, já que você não tem como salvar e consequentemente, não tem um ponto de retorno.
Jogar Diablo II ainda é mais divertido, mas vou dar uma segunda chance ao jogo nesse fim-de-semana, ir mais longe e ver se as coisas mudam. Só sei que comecei a ponderar se vale a pena comprá-lo.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Lançamento do Dungeon Siege III

dungeonsiege3_logo  Sexta-feira, dia 17 de Junho de 2011, é a data escolhida e divulgada na E3. Até então, a data estimada era dia 21 de Junho. Ao estilo Diablo, o jogo da Square Enix marcou pelos personagens secundários e o famoso “burrinho” de carga, afinal, quem consegue lutar e carregar tantos itens encontrados no campo de batalha.
Dungeon Siege 3 narra a história de um mundo, Ehb, que durante séculos foi protegido por um povo guerreiro que foram traídos e agora estão à beira da extinção. Os poucos guerreiros que sobraram não foram capazes de conter o mau que, aos poucos, regressou a Ehb. Aos habitantes necessitam de proteção  e você faz parte dos poucos soldados que ainda restam, herdeiros da Décima Legião. Você é um desses heróis deve tomar a difícil decisão de combater ou não o mau em uma aventura repleta de surpresas.
São quatro heróis principais: Lucas, o Guardião; Reinhart, o erudito; Katarina Lescanzi e Anjali, conta características únicas. O cenário é o mesmo do primeiro jogo, mas muito melhorado, tanto nos gráficos quanto na aventura.

Um demo do jogo está disponível através do serviço Steam e tem 1.5Gb, tamanho considerável. Farei um post explicando o uso do Steam mais tarde. Versões piratas já são encontradas na rede, mas esse game vale a compra, então tenham paciência, testem o demo e, quando chegar em terras tupiniquins, compre a versão em português.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Rodando Diablo 2 no Windows 7

diablo2 A expectativa pelo lançamento do novo Diablo ou pelo terceiro Dungeon Siege me fez buscar jogos no mesmo estilo. Infelizmente não achei nada de interessante no mercado. Talvez por causa disso, esses dias bateu uma saudade de jogar Diablo 2 então eu tirei a poeira dos 3 CDs e instalei o jogo no meu PC com Windows 7. Eu já esperava problemas, já que o jogo foi desenvolvido para Windows 98. Duas coisas foi precisava fazer para que ele rode no Windows 7 depois de instalado.

  • Coloque a compatibilidade em Windows 98 ou 2000.
  • No atalho, coloque “-windows” na frente do path. Assim:
    • “C:\Diablo 2\Diablo.exe” -windows
Isso fará com que o jogo rode em janela. O problema é que o jogo possui uma resolução nativa de 640x480. Parece que você esta jogando um jogo desenvolvido em flash, daqueles que você encontra nos sites. É muito estranho. Mal dá pra entender o cenário de tão pequeno que fica em um monitor full hd.

AM3+! É hora de esperar...

am3 sup3 Chegamos em um ponto de transição para a plataforma AMD, minha favorita. Se compararmos com a Intel, ela perde em desempenho mas tem melhor custo benefício, principalmente para jogos. Já são três gerações que eu uso e não me arrependo. Atualmente
Placas-mãe com o novo chipsets AMD série 9 já estão a venda lá fora e teremos, em breve, por aqui. Agora a AMD lançou seus primeiros processadores FX, retomando a marca criada em 2003 e descontinuada em 2007 para os processadores Athlon 64 . Meu atual processador é um Athlon 64 e ele segura a bronca até hoje. Apenas com um upgrade de vídeo e 2Gbytes de memória, rodo Starcraft II em extreme e World of Warcraft quase no talo.
Os novos processadores FX são desbloqueados, recebendo o codinome de Zambezi, e baseados no núcleo Bulldozer. Eles chegam ao mercado até Setembro e por um preço competitivo, segundo rumores do mercado estrangeiro. São quatro modelos: FX-4110 (Quad-Core), FX-6110 de seis núcleos e os dois modelos de oito núcleos, FX-8130 e FX-8130P, com preços entre U$ 220 e U$ 320. Valores parecidos com os processadores  Core i5 2500K/2500 e Core i7 2600K/2600 que custam R$ 500,00 e R$ 800,00 respectivamente.
Se você está se preparando para um upgrade e ainda não fez, talvez seja a hora de esperar um pouco e já migrar para a nova plataforma da AMD que estará a venda até o final do ano. Troque sua placa de vídeo, compre uma HD nova SATA 3 ou já em um novo gabinete ou fonte mais potente.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Logitech G13 Advanced

g13_thumb Recentemente eu adquiri esse teclado com o objetivo de melhorar minha performance no PvP de WoW. Ironicamente, eu ainda não testei o teclado com WoW. Eu entrei no jogo, vi funcionando, re-configurei alguns atalhos (o G13 já possui uma pré-configuração para WoW) mas não entrei em PvP e nem joguei uma dungeon.
Antes de me decidir pelo G13, eu pesquisei e comparei com o Nostromo, da Razer. O que me fez decidir pelo G13 foram dois vídeos do Youtube e o número de teclas de atalho. A falta de informação quanto a questões práticas do teclado na net é incrível, então vou fazer um FAQ de tudo aquilo que eu quis saber antes de comprar e não achei a resposta, ou quase.
A primeira coisa que fez pesar a minha decisão foi o fato de todos os vídeos do Nostromo mostrarem o Joystick com a função do mouse enquanto os vídeos do G13 mostravam que eu podia associar as teclas WASD a ele. Os vídeos do Nostromo também me passavam um certo desconforto no uso do Joystick. Somado ao total de atalhos de cada um, 25 do G13 contra 14 do Nostromo, a decisão ficou fácil.
Nunca testei o Nostromo mas hoje eu sei que é possível associar as WASD ao Jog13d ystick. O botão em cruz do Joystick. Quando você se movimenta apenas com o Joystick, você cria um efeito sideway caso não mantenha o controle direcionado corretamente para frente. Eu acredito que o botão em cruz ajude no processo. No final, você acaba se acostumando.
Configurá-lo é extremamente fácil e o número de possibilidades é enorme. Você pode criar quantos perfis quiser. Pelo menos eu não achei um limite. Para cada perfil, você pode configurar 3 máscaras chamadas de M1, M2 e M3. Por sua vez, cada máscara é o mapeamento completo das teclas de atalho, incluindo o Joystick. Dessa forma, com apenas um click você alterna entre 3 tipos diferentes de configuração dentro do mesmo perfil.
O perfil pode ser associado a um executável, assim, quando você entra no aplicativo ele reconhece o perfil correto. No caso dos perfis pré-instalados, como o caso do World of Warcraft, o display mostro o logotipo do jogo ou aplicação. Senão, aparece apenas o nome do perfil e seu status. Indiferente do vinculo com um executável, você pode criar um perfil e selecioná-lo manualmente.
logitech-g13-advanced-gameboard_large O método de criação é bastante simples e a janela de atalhos do G13 consegue ficar por cima da interface do aplicativo. Caso você abra o aplicativo do  G13 com o joga aberto e adicione um novo perfil, ele reconhece automaticamente o executável e faz a associação.
O teclado é retro iluminado e as cores são selecionáveis da mesma forma que se escolhe a cor em um aplicativo de imagens.
Cada perfil ainda possui uma quarta máscara chamada de “quick macro”. Sua função é atribuir atalhos dinâmicos no meio do jogo. Por exemplo, você vai realizar uma quest e quer configurar alguns atalhos provisórios, você pode usar essa função sem ter que abrir o aplicativo do G13.
Existem várias formas de se atribuir um atalho ao G13. A mais comum é associar uma tecla ou seqüencia de teclas ao teclado. Você também pode optar por associar uma tecla padrão ou macro. No modo avançado, ele permite a criação de scripts bastante complexos.
Ele ainda possui uma “Memória de Bordo”, uma espécie de backup para que você possa levar suas configurações pessoais para outro PC. Não testei.
O Display talvez seja o maior referencial nos produtos da Logiteck em relação aos seus concorrentes. Ele pode ser personalizado de muitas formas mas sua programação não é muito fácil. Porém, ele vem com uma boa quantidade de opções selecionáveis. Aliás, o G13 possui o idioma português e, caso opte pelo relógio, o display mostra a data e a hora em nosso idioma. Só o display merece um tutorial a parte.

Perguntas e Respostas

O que vem na caixa?
Vem o teclado, um CD de instalação que deve ser utilizado antes de se conectar e um guia rápido. Dependendo do lote, você recebe um jogo gratuito.

É fácil de instalar?
Muito fácil. Você coloca o CD, instala e pluga o teclado. Simples!

É compatível com quais sistemas operacionais?
Todos os da Microsoft. Instalei no Windows 7 sem problema algum.

Qual o limite de configuração? É fácil configura-lo?
Aparentemente não possui limite já que você tem a opção de gravar uma seqüencia de teclas em qualquer de suas teclas. Ele é bastante intuitivo e está em português.

É confortável?
Bastante. O ponto negativo fica no click do joystick que é um pouco duro e desconfortável. Na pré-configuração do WoW ele é o jump. As teclas são bem acessíveis para uma mão média. Ele também é bastante estável.

Qual a sua sensibilidade?
Gostei bastante das teclas. Não enroscam e possuem uma boa pressão. O joystick responde na mesma velocidade do teclado, facilitando o uso.

É compatível com o jogo que eu desejo?
Sim. Ele é compatível com qualquer jogo ou aplicação que utiliza teclas de atalho, ou seja, todos.

Considerações Finais

Eu utilizo o G13 em paralelo com o mouse Razer Naga. Os botões adjacentes ao joystick eu configurei como Ctrl e Shift. Essa combinação com os 12 atalhos do Naga são absurdos. Ainda mais aliados ao mecanismo de locomoção do joystick com o mouse. Não bastasse, tenho mais 25 atalhos rápidos. Você não precisa de mais nada. O problema é decorá-los.

Estrelas-45

links:
http://www.logitech.com/pt-br/keyboards/keyboard/devices/5123

Tom Raider – E3 2011

tomb-raider Eu joguei todos os Tomb Raiders até hoje. Meu primeiro contato com a moça foi no Megadrive. Lembro do impacto que o game teve na época no modo como eu via os jogos eletrônicos. Das franquias criadas essa foi a que eu mais mantive minha fidelidade. A Eidos virou sinônimo de qualidade mas alguém tem qualquer outro jogo da produtora na ponta da língua?
Hoje a franquia está nas mãos da Square Enix que pretende reerguer a série contado como tudo começou. Nem preciso mencionar que ela está em ótimas mãos, afinal ela é detentora da segunda franquia de jogos que eu mais joguei, Final Fantasy. Dungeon Siege III, também da Square Enix, será lançado em breve. Com a tecnologia dos jogos atuais, física mais realista e um poder gráfico de tirar o folego, Lara Croft promete vir com tudo. O vídeo a seguir não é do “gameplay” mas é de tirar o folego. A data de estréia ainda está longe, prometido para o final de 2012.

Eu acho a mecânica de jogo da série simplesmente fantástica e foi um marco em sua época. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mission Force: Cyberstorm

255px-Cyberstorm_Cover Em 1996, a Sierra lançou um jogo “em turnos” desenvolvido pela Dynamix Inc para Windows 95 que mais tarde se tornaria um cult, Mission Force: Cyberstorm. Com uma interface simples e gráficos bacanas que escondiam a profundidade do jogo, Cyberstorm era uma mistura de Starcraft e xadrez com visão isométrica adotado até hoje pelos games de estratégia.
Para quem não sabe, chamamos de “jogo em turnos” quando você faz um jogada ou movimento e depois o computador faz o dele. Um estilo que praticamente morreu mas popularizou jogos como Final Fantasy.
No jogo, você controlava um grupo de pilotos e Mechs (no game chamados de Hercs) que evoluíam conforme as missões. Entre elas, você comprava e implementava BioDerms, uma espécie de upgrade. Essas missões se passavam em diversos planetas que, conforme o terreno, alteravam as características do jogo e da movimentação.Cyberstorm_command_screen
Em 1998 foi lançada uma continuação, Cyberstorm 2 Corporate Wars, mas o game não se tornou popular como seu antecessor. A qualidade dessa continuação ficou tão questionada que o jogo parece um protótipo do primeiro. Eles trocaram a inclinação isométrica por um plano mais superior e a grade hexa por uma quadrada, simplificando as possibilidades.
Ainda é possível jogá-lo, ele pode ser encontrado em sites de torrent ou blogs de download (aqui) mas, acredite se quiser, ele ainda é vendido na Amazon por cerca de US$ 48 ou usado por U$ 3 e também pode ser encontrado no Mercado Livre por cerca de R$ 100.
Caso queiram tentar joga-lo, fiquem sabendo que instala-lo em um Windows Vista ou 7 é um pouco complicado.

links:
http://www.archive.org/details/012226
http://www.agamesroom.com/game/mfcs
http://www.warezfox.org/f6/mission-force-cyberstorm-65452/
http://en.wikipedia.org/wiki/MissionForce:_CyberStorm
http://en.wikipedia.org/wiki/CyberStorm_2:_Corporate_Wars
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-167007095-game-pc-mission-force-cyber-storm-_JM
http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/B0006A9HCQ/gamingbargains-20

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